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Raw food

QuandO estava na escola de cozinha tinha uma cadeira sobre “raw foods” – alimentação crudívora. Ensinavam como frutas, legumes, leguminosas e cereais quando ingeridos no seu estado natural (cru), germinado ou desidratado eram benéficos para a saúde.

Uma das coisas que precisamos de saber é que ao aquecer/cozinhar (temp. superior a 33, 40ºC) os alimentos faz com que muitos dos seus nutrientes e enzimas (essencias para ajudar com a digestão, renovação de células entre outras coisas) desapareçam.
É obvio que não estou a dizer que se deve ser crudívoro, a não ser que se sinta bem com esse estilo de alimentação. Mas, sim, estou a tentar informar que ao comermos mais frutas e legumes no seu estado cru podemos extrair um maior benefício em termos de vitaminas, minerais, proteínas, etc…

Depois do meu estágio fui para Maui no Hawaii trabalhar. Lá conheci a Reneé Loux. Tinha tirado o curso na mesma escola que eu e era crudívora. Aliás ela escreveu o primeiro livro sobre “raw foods” em 1997, cópia que guardo religiosamente comigo. Aprendi imenso com ela, especialmente a olhar para cada ingrediente de uma nova forma e a transforma-lo de uma maneira completamente nova, saudável e com um sabor intenso e delicioso! Quando a Renée estava fora eu e a minha grande amiga de curso Tracy faziamos as sobremesas “raw”para o restaurante “The Vegan” em Paia, que infelizmente deixou de existir.

Deixo-vos com um vídeo dela a fazer uma mousse de chocolate… diferente…

Daqui a pouco trago-vos a minha versão…